Vamos conversar... conversar muito até as palavras nos faltarem, até o dia nascer e a tua memória se desvanecer do meu corpo e da minha lembrança.
10 janeiro 2008
09 janeiro 2008
Bati de frente contigo. Num momento de pura coincidência, daqueles que nos faz pensar que Deus tem um sentido de humor demasiado sarcástico... Deixei o dique rebentar, de novo, e sem sem que te apercebesses, senti-te o cheiro mais uma vez. Sorri, levantei a cabeça, abri ainda mais um sorriso escancarado, evidentemente fingido, forcei-me a manter a aparência de calmaria, e, na primeira oportunidade, fugi, a passos largos, dali para fora, para fora do teu alcance, com o teu cheiro a encher-me as narinas, o toque da tua mão na minha, o roçar da tua barba na minha cara, e, fiz de tudo isso a avalanche que de seguida me tomou, e, sem que o pudesse evitar, me desfez em lágrimas sentidas, quentes, ao contrário da chuva gelada que caía à minha volta. Ambos sabemos que o nosso tempo nunca existiu, ambos sabemos que os momentos que tivemos foram roubados ao destino, que sempre recusou a nossa conquista do Amor. Agora, ambos sabemos que não nos amamos, eu sei que nunca me amaste, e, já eu, sei que já não te amo. Mas, também sei, que já não voltarei a sentir a força avassaladora daquela paixão que me enchia as noites, as madrugadas, os dias e me fazia insuflar de vida. As lágrimas que chorei ao ver-te partir num carro, já desconhecido para mim, não foi tanto de saudade, mas de raiva de não sentir aquela vida que me inundou naqueles maravilhosos meses em que quase nos tivemos.
Cá dentro do meu coração, num sitio, para o qual só nós conhecemos o caminho, guardo-te apenas meu. Incólume.
9.01.2008
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saudades da forma dos teus braços,
tu e eu ausentes
Perdi-me de ti, de mim, de nós, dos meus sonhos, dos nossos sonhos, dos meus devaneios, de tudo o que desejei ardentemente, e dou comigo aqui, assim, tão só, e tão desesperadamente angustiada porque não tenho a quem recorrer nas alturas em que a alma se me afunda numa tristeza total, da qual já ninguém me consegue salvar, nem tão pouco tu. Perdi a razão, esqueci-me das memórias e perdi-me do mundo. A ilusão levou-me para longe de um mundo palpável do qual tu fazias parte. Escondi-me no tempo, mas de cada vez que o relógio completou as 24 voltas eu fiquei mais esquecida. Porque todos me esqueceram.
21.11.2007
21.11.2007
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momentos de tristeza
05 janeiro 2008
05 dezembro 2007
PARABÉNS.... (MUITO ATRASADOS... EU SEI...)
O tempo não tem sido tempo.
Mas tu sabes que só falho aqui.
Cresces à velocidade da luz, mas continuas a deitar-te comigo e a chamares-me de tua princesa, e, ainda me dizes que quando cresceres, mais um pouco, vais voltar a casar, outra vez, porque um dia já casaste comigo... mas quando cresceres, será com a tua namorada, mas eu que fique descansada, pois ainda não a escolheste.
(Ufa... que alivio!!!)
Ainda gostas de dormir com o meu braço a fazer de tua almofada e de enrolares as tuas pernas às minhas. E de me dizeres que elas estão frias mas que tu me aqueces. Ainda me beijas o nariz a dormir e sorris-me, mesmo de costas.
Gosto da forma como partilhas comigo o teu dia a dia. As tuas novas namoradas, diárias e como também me cantas " Grândola, Vila Morena" até à exaustão. É quando me abres a mão, ainda a dormir, e apertas a tua na minha, com os dedos entrelaçados nos meus, que me fazes bater o coração mais depressa, pois apenas nós gostamos de dar a mão assim. É a nossa mão.
Já não me chamas para te tirar da banheira, nem tão pouco gritas por mim para te tirar o pijama todas as noites, mas ainda te vou tendo por entre as carícias, os abraços, os gritos e as brincadeiras em que te obrigo a crescer sendo o nosso Menino.
Já são 8 anos.
Vários dias atrasada, mas aqui estou eu... meu lindo Filhote, Ivocas, Parabéns pelos teu 8º Aniversário.
30.11.2008
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ilhote com 8 anos,
o tempo a passar,
tu a cresceres
Boa sorte. Hoje é a última vez que te beijo com a minha boca, o último dia em que passo com a língua sobre os teus lábios, é hoje que te dou a mão ao amanhecer pela última vez. Hoje digo-te ao ouvido, pela última vez, que te amo. É esta noite, ao nascer da manhã, quando o sol raiar pela última vez que farei amor contigo, e sentirei o teu corpo no meu, o teu calor, real, verdadeiro, na minha carne. Hoje, agora pressinto as saudades que irão chegar depois do abandono em que me votarei quando se der a tua saída. Amo-te. Hoje também. Amanhã já não o saberei. Mas hoje, agora ainda te amo.21.11.2007
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nós os dois,
O nosso amor que chega de novo,
sem solidão
Amo-te. Amo-te. Amo-te.
Hoje amo-te mais que ontem.Amanhã amar-te-ei muito mais que hoje. Amo-te todos os dias desde que nescemos nos braços um do outro.Lugar comum? Bastante. Mas ainda assim amo-te.
Hoje amo-te mais que ontem.Amanhã amar-te-ei muito mais que hoje. Amo-te todos os dias desde que nescemos nos braços um do outro.Lugar comum? Bastante. Mas ainda assim amo-te.
5.12.2007
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Amor e uma cabana,
devaneios,
saudades
24 novembro 2007
Obrigada

Obrigada a todos.
Sei que me baldei, forte e feio...
Mas obrigada a todos os que tentaram falar comigo, aos que conseguiram e também aos que não conseguiram.
Aos que não se lembraram... bom, para o ano, se Deus quiser, haverá mais.
E desde já, afirmo, (mãe...) para o ano vão-me fazer uma festa - surpresa - gigante com todos os meus amigos...
Aidinha, Sandrinha e Carlota... obrigada.
Mãe... sem palavras!!!
Este post é com a data de ontem...
23.11.2007
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Mãe,
ops... já são 34 - já?

Já não tenho os pés no chão. Oiço o que dizes mas não me soas a nada. Diz-me que precisas de mim mas detróis-me logo de seguida, pedes-me desculpa e julgas realmente que isso fará a diferença. Ainda não percebeste, ao fim de todos estes anos, que cada vez que pedes desculpa quebras um pedaço de mim, que embora, muito pequeno, ao fim de todos estes anos me fazem parte como uma mão, um olho, o ventrículo esquerdo. Nunca é mau tentares não pedires desculpa.
No fim restará muito pouco de mim.
24.11.2007
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um amanhã que não chega
22 novembro 2007

Sabes que vos amo tanto que me fazem doer as veias que palpitam de tanto amor que vos tenho?
Sabem que nunca será tarde para pedir desculpa, para fazer marcha atrás, e regressar ao ninho da vossa infancia, e dizer-vos que vos amo, todos os dias, até sempre e depois do sempre nunca é demais?
Amo-te. a ti. E a ti também.
21.11.2007
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21 novembro 2007
O destino não estava presente quando mudámos o rumo às nossas vidas. Mas deixámos a amargura, a tristeza, a infelicidade, a saudade, a mágoa e o desconsolo de fora, teimosamente, como se os pudéssemos impedir de entrar para sempre nas nossas vidas. Mas sabes que a saudade faz parte do meu código genético e necessito de chorar e sentir falta até do que tenho presente, embora reconheças que sinto falta muito mais do que não tenho todos os dias.
21.11.2007
Sabes bem que hoje acordei sem ti. E também sabes bem que quando partiste desta vez não me deste um longo e perfumado beijo, daqueles em que a tua língua explora toda a minha boca e o meu ser para que me reconheças de olhos fechados e de vida fechada ao resto do mundo. Sabes bem que entre nós a cumplicidade se está a quebrar a um ritmo alucinante, e, nós deixámos partir todas as laçadas, laços, uniões, juntas, amarras que nos prendiam um ao outro. Não me podes obrigar a amar. Não te posso deter em amores infinitos que não desejas. Mas hoje custei a adormecer, o sono tardou a chegar e a falta que me fizeste foi imensa na cama, mesmo sabendo que não é já hábito tocar-te hoje procurei-te e não estavas lá.
21.11.2007
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amores desperdiçados,
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vidas do avesso
20 novembro 2007
No próximo S. João aguardo-te na praia do costume.
À entrada da vila estarão as gaivotas a fazer ninho à espera do nosso Amor para recomeçar a voar e deixar crescer os filhos que chegaram depois do Inverno.
Espero por ti. Também este ano.
20.11.2007
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invernos frios,
saudades antecipadas,
tu que não estás

Depois da chuva sinto falta do azul do nosso céu, sinto a tua falta nos meus braços, sinto saudades da tua boca, da humidade do teu sexo no meu, da palpitação do teu orgasmo, do gemer da tua respiração quando me abraças, depois da explosão que te traz até mim, quase completo, naquela fracção de segundos.
Lembras-te naquela noite em que fomos, um do outro, apenas isso, numa cama desconhecida, mas que foi, e será, para sempre, o nosso melhor ninho?
Hoje mais que nunca amo-te.
Apenas hoje - também - penso em ti.
Todos os outros dias não passas de uma simples alucinação.
Amo-te.
20.11.2007
19 novembro 2007
Espero agora pelo próximo Verão.
Será, talvez aí, que regresses, de uma vez por todas, para os braços que tanto te querem e te protegem.
Quando assim o queres.
Talvez no próximo Verão.
Espero agora por verões coloridos e telhados quentes.
19.11.2007
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invernos frios,
mãos desnudadas,
pés gelados
Foi hoje que começaram, realmente, as primeiras chuvas. E, foi hoje, também, que te começaste, outra vez, a afastar, lentamente, de mim, como se a água, também ela, te levasse para longe de mim. E é este o nosso destino. O fado que nos mantém unidos, e, também demasiado separados. Cada vez mais longe um do outro, juntos tantos anos depois. Os gemidos que arrancas do meu peito, fundo, já não te fazem deitar lágrimas ao chão pela falta que te faço. Ambos aprendemos a viver um sem o outro, um com o outro lado a lado. Esta tristeza que trago mão dada com a minha vida deste-ma tu, assim, com um laço desfolhado lentamente, por mim, como se de lá viesse toda a vida que me, ainda, faltava viver.
Hoje com a chuva, que recomeçou, percebi, de súbito, que esta tristeza é já minha. É como um céu negro que me penetrou e não mais me deixou. Sem o teu amor. Hoje com as chuvas, lembrei-me de ti. Outra vez.
19.11.2007
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cama frias,
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o 1º frio,
saudades dos teus braços
14 novembro 2007
O tempo da praia, da areia branca, dos pés solitariamente abandonados ao sol já lá vai. Mas aguardo-te ainda na areia branca da praia que um dia nos recebeu, e aí, nesse lugar encantado e não apenas imaginado, embora muito sonhado, ter-te-ei, do novo, por entre os meus braços e pernas, na minha língua, em todo o meu corpo, e até na minha boca, sem ausências, como extensões necessárias de mim, sem que nenhum de nós consiga respirar um sem o outro. Depois, no rescaldo dos amores já quase terminados, ambos voltaremos a respirar como um peixe fora de água a dar as suas últimas golfadas de vida. Um sem o outro.
Ainda te amo.
14.11.2007
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principio do frio

Tenho saudades.
Saudades vossas, que me enchem o coração, até à hora do regresso em que me enchem de novo os braços, a alma e o sorriso.
Hoje sei que ao deitar vou sentir a respiração de ambos e dormirei melhor.
Hoje.
14.11.2007
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fins do dia,
regresso a outras rotinas
23 outubro 2007
Mudanças radicais aproximam-se rapidamente dos nossos dia - a - a - dia.
Os receios que fazem (sempre) parte de mim, tomam agora proporções para lá de gigantescas.
Mas ambos sabemos que a palavra para mim tem um valor intrínseco ao qual não pode ser retirado um pedaço - por pequeno que seja - do seu cumprimento rigoroso.
Até o tempo agora será (ainda) mais espartano entre nós.
Por enquanto está tudo calmo.
Permanecerá assim?
Nenhum de nós saberá responder, sem o ter experimentado anteriormente.
Depois da manobra iniciada será possível fazer marcha atrás sem deixar marcas irreversíveis?
Apenas o tempo o dirá.
Que sofro por antecipação, já todos sabemos.
Mas que o tempo dirá das nossas decisões também nós já o sabemos.
Esperar. É o exercício que mais nos têm mandado fazer em todos os grandes aspectos das nossas vidas.
Com Amor.
23.10.2007
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mudanças o dia de amanhã,
Regressos
22 outubro 2007
Hoje é o primeiro dia do resto das nossas vidas.
Falta descobrir se juntos ou apenas distantes. Ou até separados.
22.10.2007
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separações
20 outubro 2007
19 outubro 2007

Os grandes Amores não morrem.De vez em quando vamos lembrar-nos um do outro, e, naquele pedaço de tempo voltaremos a amar incondicionalmente.
Hoje também te amo.
20.10.2007
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cama vazia de ti,
eu à tua espera,
saudades tuas
Os meus meninos a crescer
O tempo faz-nos crescer demasiado depressa.
Ainda ontem eram pequeninos e dependentes, hoje já são quase crescidos e
não precisam da minha mão.
O cheiro ainda é o mesmo.
19.10.2007
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filhotes,
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princípezinhos
18 outubro 2007

És como uma onda. Regressas a mim, cheio, cheio de plenitude e eu aceito-te.
Sei que voltarás a partir. Mas agora é quanto me baste que estás ao meu lado de novo. Em mim. E por agora permanecemos assim. Como a água e a areia. Numa praia. Sempre juntos, mas sempre afastados.
18.10.2007
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a praia das nossas vidas,
mãos que ainda te esperam

O Amor é assim. Como gotas soltas das nossas vidas, pedaços dos nossos corpos, dispersos também, pelo mundo. Em nós e também nos outros. Nos que amámos e nos que ficaram para trás. E nos que hão-de voltar um dia, de novo, porque os que amam realmente, acabam por perceber que não é preciso mudar. É apenas necessário aceitar. E é aí que regressamos aos corpos que um dia foram nossos e ao cheirá-los de novo nos voltamos a sentir completos e perfeitamente vivos, para além de lúcidos.
18.10.2007
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a cama que te espera,
a minha mão sem a tua,
Amor,
re-descobertas
17 outubro 2007
Os últimos dias têm sido cheios de doenças terminadas em ite.
Regressamos, lentamente, à normalidade.
Diga-se de passagem, que a mim, a normalidade quase não deixou de fazer parte do dia a dia, mas eles estão muito mais à frente que eu...
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doenças,
filhotes,
ites em todas as palavras,
mãe chorona
Músicas da minha vida
If you've got love in your sights
Watch out, love bites
When you make love, do you look in the mirror?
Who do you think of, does he look like me?
Do you tell lies and say that it's forever?
Do you think twice, or just touch 'n' see?
Ooh babe... ooh yeah
When you're alone, do you let go?
Are you wild 'n' willin' or is it just for show?
Ooh... c'mon
I don't wanna touch you too much baby
'Cos making love to you might drive me crazy
I know you think that love is the way you make it
So I don't wanna be there when you decide to break it
No!Love bites, love bleeds
It's bringin' me to my knees
Love lives, love dies
It's no surprise
Love begs, love pleads
It's what I need
When I'm with you are you somewhere else?
Am I gettin' thru or do you please yourself?
When you wake up will you walk out?
It can't be love if you throw it about
Ooh babe
I don't wanna touch you too much baby
'Cos making love to you might drive me crazy
Ooh... yeah
Love bites, love bleeds
It's bringin' me to my knees
Love lives, love dies
If you've got love in your sights
Watch out, love bites
Yes it does
It will be hell
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afinal ainda não cresci,
lembranças cheias
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