16 outubro 2006


É esse teu nervoso hábito de carregares o mundo sobre as tuas costas.
É essa tua maldita mania de protegeres os que não são assim tão pobres nem tão inocentes.
E de arcares com culpas que não são apenas tuas e outras que de forma nenhumas serão tuas.
Não continues a adiar os teus sonhos. Eles também envelhecem. Eles também se desvanecem.

Mas eu também estou aqui. Nem sempre inteira. Nunca perfeita. Mas espero por ti. Para ver esse teu sorriso largo e franco. Aqui, à distancia do meu braço.

15.09.2006

2 comentários:

JotaCê Carranca disse...

Obrigado pela visita.
Vai pelos arquivos e encontras muitas estórias.
No meu blog de fotos:
www.carranca.blog.pt
encontrarás muitas fotos.
O link deste blog está já lá.

algevo disse...

Amei...já andei por lá, a passear. Embora as imagens não me digam quase nada, na maioria, têm quase todas uma estória contada por alguém da familia. Além de darem uma cara a tantas descrições que já ouvi na minha vida.

Da próxima levarei mais uma geração até aquelas, maravilhosas, bandas, que tanto nos dizem.

I.

:))